Ela quer mudar mentes

“Trânsito como uma atividade coletiva é iminentemente cultural. Não se trata de montar ou promover um programa de obras. O que ambicionamos é essa mudança cultural. Nossa cultura vê a bicicleta como algo infantil: “não precisa, é firula”. Eu mesma me surpreendi com a dificuldade de realizar projeto cicloviário, em particular em uma zona de urbanização já consolidada. Temos que mexer na cabeça de todos esses gerentes das coisas públicas, para que seja possível dar o próximo passo.”

Um é pouco, dois é bom, três…

Em maio de 2009, turistas e moradores de Hamburgo poderão contar com um novo meio de transporte público: as bicicletas.

3 Bs para um bom transporte

A receita da ITDP para romper o ciclo de dependência ao automóvel nos países para o Terceiro Mundo – ou para as “economias emergentes” ou o “mundo em desenvolvimento” conforme o eufemismo que se queira ter – é simples e poderia ser resumida em 3 Bs: BRT, bicicleta, Bogotá.

Direto da geladeira

O pior é quando escurece — ou seja, quando o relógio marca cinco da tarde. Aí preciso acionar o farol da bicicleta e começo a xingar não só o tempo, como também o diabo do dínamo. O mais estranho é chegar em casa quente por dentro e gelado por fora…